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A Auditoria · Metodologia e ciclo de vida

O ciclo de vida da auditoria, em seis fases

Da delimitação do âmbito ao acompanhamento da remediação, toda a prestação segue uma sequência metodológica disciplinada. É esta sequência que garante rigor, rastreabilidade e valor para a organização.

A metodologia é o que distingue uma auditoria de uma opinião. Cada fase produz resultados intermédios verificáveis e prepara a fase seguinte, num percurso que vai do planeamento à melhoria contínua. O ciclo aplica-se quer a uma auditoria pontual, quer ao programa anual de uma função permanente.

Sequência da prestação

1
Fase 1 · Planeamento

Âmbito, objetivos e plano de auditoria

Delimitação do universo auditável, definição dos objetivos e dos critérios, identificação dos referenciais aplicáveis, avaliação preliminar de risco e estabelecimento das regras de empenhamento e das autorizações necessárias para os testes técnicos.

2
Fase 2 · Recolha

Recolha de informação e de evidência

Exame documental, entrevistas, observação e inventário de ativos. Reconstituição do desenho dos controlos tal como descritos pela organização, antes da sua verificação prática.

3
Fase 3 · Testes

Testes e verificação dos controlos

Verificação da eficácia operacional: testes técnicos, análise de configurações, análise de vulnerabilidades e, quando contratados, testes de intrusão, sempre dentro das regras de empenhamento autorizadas.

4
Fase 4 · Análise

Análise, avaliação e classificação do risco

Confronto da evidência com os critérios, identificação de lacunas e não conformidades, classificação por severidade e probabilidade, e determinação do risco residual de cada achado.

5
Fase 5 · Relato

Relato ao órgão de administração

Relatório fundamentado e rastreável, com sumário executivo, achados priorizados, recomendações acionáveis e plano de remediação. Apresentação ao órgão de administração e às funções responsáveis.

6
Fase 6 · Acompanhamento

Acompanhamento e melhoria contínua

Verificação da implementação das recomendações, reavaliação do risco residual e integração das lições aprendidas no plano de auditoria seguinte. O ciclo recomeça.

Onde se posiciona a sua organização

N1Inicial
N2Repetível
N3Definido
N4Gerido
N5Optimizado

O posicionamento numa escala de maturidade permite comunicar o estado da cibersegurança ao órgão de administração de forma compreensível, medir a evolução entre auditorias e priorizar o investimento onde produz maior redução de risco.

A metodologia aplica-se a todas as componentes e a todos os modelos de prestação.

Começar por um diagnóstico

Falemos sobre a sua auditoria de cibersegurança

Quer avaliar a maturidade da sua cibersegurança, preparar-se para a NIS2, obter uma auditoria de conformidade ou externalizar a função? Diga-nos em que momento está. Respondemos com uma proposta de abordagem adequada ao seu perfil de risco, à sua dimensão e ao seu enquadramento regulatório.

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